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quinta-feira, fevereiro 09, 2006

“Voltei, voltei! Voltei de lá!”, como cantarolava o saudoso Dino Meira, verdadeiro emigrante da cançoneta popular lusitana, exemplo de máscula lança lusa em África (neste caso na abichanada França), cutucando a rabinófila sociedade melónoma francesa com maciças doses de testosterona musical.

É verdade! E como quem professa a verdade, a castigo não deve ser sujeito, aqui me prostro ante vós (embora se trate duma prostração máscula – atenção! Ò paneleiragem dissimulada!), após esta curta ausência, para dar conta de celibatas culpas e fanchonices empedernidas que grassam impunemente cá pelo burgo.


Concretizando, a ameaça gay está aí, qual tsunami fanchono, com toda a sua pujança e arreganho pederasta, mais assanhada que nunca, em clara tentativa de assalto ao poder, através de uma horda de poltrões pusilânimes e efeminados. Senão, vejamos:



-- A bicha-mor, o tetosteronodeficiente empedernido, o grão-mestre da Grande Loja do Oriente Fanchono, o inqualificável Castelo Branco (…é, galinha o pôs…) promovido a “herói nacional”? Pela TVI! Isto quer dizer o quê? TeleVisão dos Invertidos, é???



-- O comportamento do Governo! Então este Governo que tão sabiamente legislou em matérias complexas como as acessibilidades – nunca é de mais lembrar as “pontes” elegidas como prioridade nacional, por altura dos feriados no final do ano transacto… – não exarou um simples despacho, nem sequer uma singela proposta de lei que pusesse cobro a este exibicionismo exacerbado e dissoluto por parte da comunidade panasca?
Invocam-se razões de estado para tratar com equidade todos os cidadãos. Mas será legítimo concluir sem questionar? Afirmar sem fundamentar? Um rabeta aufere do estatuto de cidadão? Qualquer dia dir-se-á que “pegar de empurrão” é um dever cívico!!! Cambada de rotos.


Ninguém me tira da ideia que isto tem a ver com qualquer directiva obscura da CE. Sim, que aquilo também é gente que não interessa! Sempre a atirar-nos com o plano de convergência que, como todos (os machos, claro) sabem, é um conceito sobejamente larilas! Homem que é macho, adora divergir – hoje é com uma, amanhã com outra e assim por diante.


Para colocar as coisas no seu devido lugar, deposito alguma esperança no actual presidente – o “Cherne” – que é, sem dúvida, um peixe com alguma masculinidade intrínseca.



Em jeito de conclusão direi que estas coisas não se resolvem à lei da bala porque, sobretudo, sou um democrata dotado de grande (já estou a imaginar a bicheza toda eriçada…) tolerância. Resolvem-se, isso sim, pela lei do “Martelo-Pilão”, empalador por excelência do “ picolhus vulgaris”. Era ver a bicharia toda alinhadinha, de “cabeça bara baixo e rabinho para o ar”, que nem os patinhos da canção, aguardando ansiosamente pelo empalamento vibratório, superiormente executado pela equipa de perfuração do túnel do Marquês – um biscate, já que têm pouco que fazer.



Ou como diria Sófocles: “Et Cucus Picansus dixit: In retrum descansum est”, ou para os picolhos para quem erudição é sinónimo de órgão de copulação basto erecto: “E dizia o Cuco ao Picanço: na peida era um descanço”.



Adrião Calhabardo


Comendador

Desideratos:

sexta-feira, janeiro 27, 2006

Nos últimos tempos tenho sido alvo de algumas críticas, moderadas embora contundentes, por parte de alguns candidatos a ex-machos, ergo, futuras bichas.

Bem vistas as coisas, não são mais que atoardas infundadas lançadas pela iconoclastia abichanada ou, para quem este frasear de fino recorte literário é tão claro como a água do rio Trancão -- paneleirices, é o que é!

Pois é, afortunados leitores! Chegam a dizer-me coisas do tipo:

-- Ah e tal… o Comendador podia ser mais comedido nas suas análises ao papel social desempenhado pela comunidade gay. Estamos no Séc. XXI… e não sei quê, não sei que mais, nham, nham, nham… e paneleirices do género!

Ora isto é completamente inaceitável! Parece conversa de gaja, depois de ter sido apanhada na cama com um moldavo colocador de marquises, pelo marido que veio para casa mais cedo, porque a amante, que estava com o período, lhe ofereceu arroz de cabidela para o jantar.

Então os picolhos são muito sensíveis às análises objectivas, construtivas e tendenciosamente imparciais com que eu os agracio? Paciência, ou como diria o arquitecto – “…aguenta e não chora!”.

Mas, para que não digam que a intolerância me toldou o espírito, condicionando a pertinência destes escritos, estou disposto a aceitar a existência dessa comunidade, desde que a cadastrem e contenham numa reserva territorial. Esta solução é segura já que, como os rabetas não se reproduzem, não se corre o risco de explosão demográfica e expansão territorial, facto que ocorreu no tempo dos Descobrimentos, quando se fez a mesma coisa com coelhos.

Depois vêm todas as vantagens culturais e científicas – podem organizar-se visitas guiadas a esse parque, onde se poderão observar os rituais de acasalamento entre o panasca dominante e papa-formigas, expressamente introduzidos nesse habitat para o efeito.

Também se pode aproveitar este campus para os estágios da selecção nacional de futebol, a seguir a exibições semelhantes à que realizaram com o Liechtenstein – cambada de rotos!

Em resumo e como podem constatar, todas as críticas de que fui, ou venha a ser alvo, não têm qualquer relevância. Claro que quem pensar doutra forma é, obviamente, um refinado paneleiro, picolho militante e fundamentalista.

Adrião Calhabardo

Comendador


Desideratos:

segunda-feira, fevereiro 28, 2005

Foram muitos meses de ausência, eu sei! E a bichice proliferou por tudo quanto é canto.
Para ilustrar este facto, aqui vão alguns exemplos que qualquer leitor, macho confesso, reconhecerá como indício inequívoco de paneleiragem empedernida:

Euro 2004:
Comidos pelos gregos! Uma vez, ainda vá... agora duas de seguida é sinal de quem foi comido e gostou! Rabetas!

Governo:
Mudou-se o elenco governativo (isto tem um ar um bocado abichanado mas é para dar o tom) mas continua-se a colocar gajas nos ministérios. Ora toda a gente sabe que o lugar das gajas é na cozinha e depois na cama! E não se trata de machismo... tem apenas a ver com prioridades -- Homem que é macho tem como prioridade comer e as gajas têm como prioridade ser comidas (é o Yin e Yan cá do burgo)! Ou alguém acredita que gaja que é gaja prefere exarar um despacho a ser "despachada" à "canzana"? Já se está mesmo a ver a qualidade das propostas de lei que dali saiem... Daqui se conclui que os únicos interessados em que as coisas corram desta maneira são os picolhos, argumentando que conseguem conciliar as duas características -- manter a proporcionalidade feminina no governo, assegurando a defesa das minorias (fanchonas, claro). E depois, toda a gente acha muito bem, cambada de rotos!

Comunicação Social:
Calaram o Prof.! Deram tempo de antena ao Castelo Branco! TVI - TeleVisão Invertida, é o que é!
Veja-se o exemplo do Zézé Camarinha. Não esteve para aturar rotos e foi "acolher" mais umas turistas estrangeiras. Porque não este grande português como Adido Cultural em Londres? Assim a Maria Elisa já se podia reformar, coitada, depois do esforço titânico que tem vindo a desenvolver nos centros de cultura britânicos, em particular nas lojas da Bond Street e nos freeshops dos aeroportos. Gaja é para isto mesmo, não há que admirar!

Por tudo isto, interrogo-me: Serei o único a constatar estas evidências?

Adrião Calhabardo

Comendador

Desideratos:

quarta-feira, dezembro 10, 2003

A continuidade da espécie

Como já tive a oportunidade de referir em escritos passados, a sociedade portuguesa tem vindo a perder a noção do essencial em favor do acessório, colocando assim em risco a continuidade da máscula tradição oitocentista, graças à inusitada temperança demonstrada para com o círculo roto.
Em concreto, perderam-se rituais tão edificantes como o de cobrir a bicheza com alcatrão e penas, na origem da atribuição do tão apreciado cognome de “rabetas” os quais, como sabem, são pássaros da família dos Turdídeos, de plumagem escura, com penas ruivas na cauda, sedentários e frequentes em Portugal (tal como os seus homónimos invertidos, infelizmente), também conhecidos por rabos-queimados.
Perceberão agora, os privilegiados e ineptos leitores, a razão pela qual a paneleiragem adora enfeitar-se com plumas e abanar a cauda, como se tivessem “fogo no rabo”.
Por outro lado, passam-se cada vez mais coisas estranhas e bizarras à nossa volta. É facto provado que a população portuguesa está a envelhecer, colocando em risco a continuação da estirpe lusitana. Causas para este fenómeno?
A mãe de todas as causas é, naturalmente, a proliferação da paneleirice que tem vindo a devastar a moral e os bons costumes da sociedade, como fogo em palha seca – daí a designação “abafador de palhinha”, apropriada para qualquer praticante de artes rectais.
De facto, estes militantes da iconoclastia fanchona, são como todos sabem, avessos à procriação natural, desafiando as orientações divinas e preferindo assegurar o alargamento da espécie através de contágio. Nunca é demais lembrar os pouco avisados leitores, que esta horda inominável é altamente perigosa e possui recursos vastos para assegurar a sua continuidade – importa recordar heresias como a descoberta da fecundação “in vitro”, processo contra natura que só pode aproveitar aos rabetas, já que qualquer homem normal dele não necessita (e se o problema estiver na mulher, basta trocar por outra, que é para isso que elas servem...).
Mas o engenho abichanado não ficou por aqui! Mais recentemente, descobriram a clonagem. Como sabemos, esta é uma forma de reprodução assexuada produzida em laboratório, de forma artificial, baseada num único património genético – heresia exacerbada, fanchonice suprema.
Os indivíduos resultantes desse processo terão as mesmas características genéticas do indivíduo “doador”, também denominado “original” (outra designação para “rabeta”).
A terrível conclusão que daqui se retira é que os investigadores envolvidos nestas descobertas fazem também parte desta comunidade hermafrodita, caso contrário desenvolveriam métodos destinados a exterminar esta espécie nefasta e nunca a assegurar a sua proliferação.
Imaginem os mentecaptos leitores, partidários da tolerância para com estas prepósteras criaturas, que a tal de Tatiana Castelo Branco (ou José Romanov, ou lá o que é...) decide clonar-se. E se os outros androginóides decidissem fazer o mesmo?
Portugal seria severamente punido pela CE, por ter excedido o limite para o défice de testosterona da população portuguesa.
Até se me arrepiam os espermatoblastos testiculares, perante este cenário dantesco.
Isto só se resolvia se clonassem o João Braga para equilibrar as coisas. O problema é que aumentava a lagartagem, coisa que não é aconselhável do ponto de vista da tradição lusitana.
Em conclusão, meus amigos, importa evitar a felonia abichanada a todo o custo, nem que para isso tenhamos que cometer o supremo sacrifício de voltar à poligamia, assegurando assim, a continuidade da espécie lusa.

Adrião Calhabardo

Comendador

Desideratos:

terça-feira, dezembro 02, 2003

A Missão

Na vida dum homem que é homem, há certos desafios que importa enfrentar e determinados riscos que se justifica correr. Refiro-me, naturalmente, à conversão de lésbicas.
Converter uma fanchona militante e fundamentalista, é uma missão de grandiosidade só comparável aos feitos evangélicos do Padre António Vieira, em Terras de Vera Cruz (mal sabia tal prelado que, séculos mais tarde, são as nativas dessas longínquas paragens que “catequizam” os naturais de Bragança, em terras Lusas). Em ambas as situações existe algo de litúrgico e, consequentemente, sujeito a perdão divino em caso de excessos, facto que nos deve tranquilizar o espírito e incentivar ao cumprimento de tão misericordiosa missão.
De facto e ao contrário dos rabetas, as lésbicas estão muito mais próximas do ideal masculino, do que se pode imaginar. Senão, vejamos:

- As lésbicas só gostam de mulheres. Bom, eu, enquanto símbolo da virilidade lusa, chamo-lhes um “cozido à portuguesa” (isso de chamar “um figo” às coisas de que se gosta é, como facilmente se compreende, uma paneleirice assumida. Ainda se fosse a mulher dele...)!
- As lésbicas detestam intimidades com homens. Qualquer lusitano com virilidade dentro do prazo, faz disso o seu cartão de visita, embora, ultimamente, os abracinhos, beijinhos e as palmadinhas nadegais (manifestações sobejamente abichanadas) entre jogadores de futebol (desporto viril, por excelência), me causem alguma preocupação. Deve ter a ver com os locais escolhidos para os estágios. Se os passarem a realizar em solo onde a origem e os valores lusitanos são mais intensos (Bragança, p.e.), a coisa resolve-se.
- Está demonstrado que estes espécimens continuam a possuir todas as virtudes inatas que tanto agradam ao viril espírito lusitano -- depois de bem treinadas, sabem cozinhar, coser, limpar, arrumar e gemer, exactamente como as outras.

Perante tudo isto, podemos concluir que qualquer gaja, supostamente lésbica, só precisa que lhe expliquem que, no Homem como na gastronomia, há que abocanhar primeiro e emitir juízos depois. Se ainda assim o digno exemplar de gado vacum mostrar alguma resistência, não hesitem e usem métodos mais convincentes – umas 5 ou 6 laranjas embrulhadas numa toalha turca dirigidas com convicção à sua estrutura óssea, normalmente elimina as dúvidas existentes no seu pequeno cérebro e tem a vantagem de não danificar o exterior do artigo, mantendo-o em boas condições (mais macio) de consumo.
Convém também não esquecer que estas gajas com défice de esfregadelas de peito de homem nas costas, têm um círculo de “amiguinhas” extenso, o que, para qualquer amante do hipismo feminino, representa uma corrida de obstáculos que é obrigatório vencer.
Isto sim, meus amigos, é que dá currículo! São estes feitos que separam o engatatão de bonecas insufláveis do verdadeiro montador lusitano. Tenho dito!

Adrião Calhabardo
Comendador

Desideratos:

sexta-feira, novembro 21, 2003

Os Invasores

Veio-me (é só usar certos vocábulos e eis que a manada paneleiresca se perfila de pronto, com as suas garupas ao vento...) à ideia um assunto, cujo teor justifica uma breve análise, obviamente temperada com muita virilidade (analista, como sabem, é profissão de rabeta, com excepção do Nuno Rogeiro, naturalmente).
Os rotos são uma espécie alienígena?
É uma teoria com alguma consistência (apesar de teoria ser apanágio de teórico que, por sua vez, é sinónimo de roto e, como tal, podemos estar aqui perante um caso de Juiz(o roto!) em causa própria), embora os factos que a sustentam possam parecer fabricados.
A propósito de fábricas, um pequeno, ou antes, grande aparte (já que “pequeno” é termo sobejamente abichanado). Porque é que as manas bichonas Lumière não filmaram “As empregadas da fábrica no vestiário” em vez da “Saída dos empregados da Fábrica”, essa panasquice cinematográfica?
Precisamente porque eram franceses e, como é do conhecimento geral (lá estão os leitores rabetas a pensar que vou dissertar sobre “geraldinas” – desenganem-se picolhos de mau fado!) francês também é sinónimo de fanchono.
Voltando ao tema central desta prédica, introspectemos a seguinte questão: Porque é que os paneleiros dos extraterrestres são sempre representados com formas tão diferentes do homo erectus, vulgo lusitano? Com aquele ar de quem não é parecido com ninguém? Bom, são parecidos com o Sérginho e com o outro metamórfico de raça alternativa, aquiesço.
Pura manobra de desinformação, meus amigos! Já pensaram o que seria se a imagem que temos dos abichanados selenitas, marcianos e afins, fosse semelhante à nossa? Claro que faríamos o que está regulamentado fazer a um extraterrestre – disseca-se e estuda-se a melhor forma de os exterminar em massa.
Ora isto ainda não se faz aos rabinófilos precisamente porque são eles que manipulam a imagem que o Homem (anti-panasca por definição divina) deles sustém.
Desta dissimulação depende a sobrevivência dessa corja paneleiresca. E, como todos sabem, assumir diferentes formas é próprio de extraterrestre (basta ver o caso do Michael Jackson). E quem é que neste mundo melhor domina esta arte? Os travestis (rotos, claro)! É vê-los de dia personificar um espécimen masculino e à noite o feminino, enquanto se acantonam em lugares infectos onde executam as suas danças rituais e treinam a imitação de vozes humanas.
E se isto não for suficiente para sustentar o princípio que aqui exponho, basta pensar na SIDA:
- Quem é que transmite esta peste fanchona?
Os testosteronodeficientes (panascas, se quiserem)!
- Porque é que ainda não se encontrou cura para esta maleita pederasta?
Porque tem origem extraterrestre, obviamente!
Podemos então concluir que a paneleirice tem, de facto, origem viral (pega-se!) e os rabetas são extraterrestres.
Quem faz cá falta é o Tarzan Taborda e a sua mundialmente famosa "dupla patada", para acabar com essa chusma de picolhos alienígenas. Bom, sempre temos a Lili Caneças que, segundo parece, pertence a uma raça alienígena rival e francamente assustadora.

Adrião Calhabardo
Comendador

Desideratos:

quinta-feira, novembro 20, 2003

É Natal, é Natal... mas com cuidado!

Aproxima-se o Natal! Quadra festiva e de grande simbolismo religioso, é também utilizada para fins reprováveis por indivíduos de cariz marcadamente paneleiro – os rotos que se vestem de Pai Natal e ostentam a sua panasquice nos átrios dos centros comerciais – conspurcando o espírito desta bela tradição milenar.
Querem maior acto de pedofilia que um larilas de fato vermelho, barba e cabeleira postiças, aliciando criancinhas inocentes para o seu colo e prometendo-lhe presentes que nunca lhe vai dar, mantendo assim o petiz sossegado? E as fotografias que, inevitavelmente, testemunham o acto na presença dos incautos progenitores? Servem para, em caso de implicação criminal, alegar conivência destes e evitarem assim serem sodomizados pelo longo braço da lei. Gente perigosa e organizada, meus amigos!
Já repararam que os rabetas vestidos de Pai Natal aparecem todos na mesma altura, em vários pontos de alta densidade populacional e com comportamentos semelhantes? E ainda dizem que a Al Qaeda é que é uma organização terrorista extremamente perigosa e bem organizada. Autênticos amadores abichanados face ao profissionalismo panasca destas drag queens do terrorismo social. Senão repare-se para onde é que os eunucos dos mouros dirigem os seus atentados: Para os símbolos do poder ocidental!
Além de rotos comedores de areia e abafadores de cactos, estes representantes do reino mineral são pouco dados à utilização do seu diminuto cérebro, para tarefas mais complexas que a assunção daquela posição abichanada, sempre orientada para a “meta” – nunca percebi porquê, mas deve ter a ver com um objectivo qualquer, já que não deve ser a Meta dos leitões.
Agora os picolhos dos imitadores de Pai Natal! Esses são mais refinados. Procuram objectivos de longo prazo (como todos os rotos, desdenham tudo o que seja curto). Atacam a sociedade no seu ponto mais fraco e de forma dissimulada. Sem alarde. E um belo dia, o leitor acorda, levanta-se e quando vai verter águas à casa-de-banho, dá de caras com o seu filho de 18 anos, em acto idêntico mas sentado na sanita! E com cuecas fio dental nos tornozelos!
Vem-lhe então à memória aquela fotografia do seu pequenito Zé Augusto, ao colo do “Pai Natal”, no Centro Comercial de Corroios, 14 anos antes.
Poderão, os leitores, pensar que isto é um exagero. Pois bem, não é! Primeiro, porque exagero é coisa de gaja e de paneleiro cabotino. Segundo, porque um verdadeiro lusitano nunca exagera, quando muito sublinha determinados factos que, pela sua relevância, o justificam.
Portanto, meus amigos, tenham cuidado com essa fauna hermafrodita, porque eles andam aí...

Adrião Calhabardo
Comendador

Desideratos:

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